Se, por acaso, o seu chefe lhe pedisse para, durante a noite, sem que ninguém visse, jogar uma pedra na vidraça da empresa concorrente, você o faria? Ah, e com isso ganharia uma promoção, você faria?
Sim, seu sei, claro que acredito, você não faria isso.
Pois o piloto aquele, o meninão, filho do outro que também não era de nada, fez isso na Fórmula-1 para garantir uma renovação de contrato.
Pois é, ele jogou o carro contra um muro no GP de Cingapura em 2008 a pretextar um acidente, e com esse falso acidente favorecer um "companheiro" de equipe.
Você conhece a história, ele é um exemplo de falta de ética, chega a ser um tipo de tendência suicida.
É muito fácil dizer-se ético, honesto, mas longe das tentações. Ser honesto sem tentações não tem nenhum valor, ninguém é mais honesto do que um poste... mas dê vida e "inteligência" a um poste para ver se ele ficaria tolamente parado o tempo todo...
O rapazinho da F-1 fez o que milhões fariam no lugar dele.
Quantas meninas esquecem o pudor e despem-se "além da conta" para ter uma chance numa área artística? E os pais, "éticos", fingem não ver.
Quantos senadores eram (eram?) honestos até chegar ao Senado e agora não veem nada de errado em gastar o dinheiro do povo em e festejos pessoais sob honradas desculpas?
Nenhum comentário:
Postar um comentário